Acabei de ler “Digital Fortress“. O nome não vos diz nada? E se eu disser que é um livro de Dan Brown? Pronto. Está esclarecido. Pois. É um livro do autor de “O código Da Vinci” mas anterior a este. E o tema também não tem nada a ver… Imaginem a NSA. Lembrem-se de tudo o que já ouviram e viram sobre esta agência. Agora imaginem um algoritmo de encriptação que estava em contante mutação. Inquebravel certo? Imaginem o Echelon (sim, é verdade. Ele existe e está para durar) em ponto ainda maior. Imaginem que é tudo uma grande mentira.
Não vou fazer uma review. O livro existe. E existe é para ser lido.

Estão já fartos de me ouvir falar (de lerem???) sobre a nova Galactica? Pois ainda não é desta que mudo de assunto. Vi ontem o 6º episódio da Season 2 (Sim, eu sei. Já foi transmitido o 10º. Infelizmente não há tempo para tudo.) que é, pela contagem oficial o 21º episódio de seu nome Home – Part I. A frota separou-se e a divisão enfraquece-a. Adama sabe disso mas o orgulho vai falando mais alto. Apollo voltou de Caprica e com a seta de Athena. Partem agora com a Presidente para Kobol, em busca da última morada da Deusa onde encontrarão o caminho para a Terra. Mas as ecrituras avisam: O caminho não será facil… E a ousadia será paga com sangue…

Desculpem… Não consegui resistir. Aquilo não é bom. É muito para lá disso. É a Ficção Cientifica com letra grande. Aquilo é por demais humano mas isso, critica que alguns (poucos) fizeram a esta série, é o que a torna verdadeiramente especial.

Senhores das nossas TV’s. Ó da SIC Radical com as suas séries de culto. Ó da RTP com o melhor da televisão em horario de Domingo depois de almoço. Ó de uma qualquer… Olhem para aquilo e tenham a coragem e o bom gosto de transmitir uma série de qualidade…

Isto por aqui tem andado um pouco parado não? O gajo não tem escrito muito ultimamente… Não. Ainda não é desta que eu vou dizer: “Ah, pois, está na hora de mudar e fazer uma retroespectiva da minha vida… Talvez volte talvez não…”. Ficam já a saber que no dia em que a casa fechar, ponho aqui um post a dizer encerrado e pronto.

Confesso que ando a perder a paciência mas não é nestas bandas. É noutras… Naquelas em que nós carregamos numa tecla e demoramos 50 voltas da ampulheta para ver algo a acontecer. Enfim, coisas…

browser last nightHoje fiz o upload para o Flickr de uma foto tirada pelo menu novo telemóvel. Sim, que eu arranjei um novo telemóvel depois da Patricia ter solenemente terminado com a vidinha santa que o meu muy amado 6310i levava. Triste fim no chão da Mercearia Vencedora do Jardim do Tabaco… Adiante. Depois de muito ter pensado, de quase ter jurado não mais possuir um Nokia (tristes experiências com o 6600), depois de quase ter morrido de amores por um Sony Ericsson… Acabei por comprar um Nokia. Outro. Desta feita um 6630. Isto tem uma explicação: Por 50 euros não compravam? Tendo em conta que, não vos apetecia gastar um só que fosse? Pois eu não perdia a oportunidade e lá fui aproveitar os milhares de pontos que se foram juntando na TMN ao longo dos anos. Pela módica quantidade de 1350 pontos acrescidos de 50 euros trouxe para casa esta pequena maravilha. E não é que até estou a gostar. Tenho-o à já uma semana e ainda não se desligou vez nenhuma o que, comparando com o meu 6600 é um feito sem igual. Não é tão grande como pensava e nem tão pesado. O meu portátil reconheceu-o de imediato quer via bluetooth quer via cabo (que já vinha incluido assim como os auriculares estereo e um cartão de 64 Mb que entretanto foi substituido por um de 256). Liguei-me à Internet quer no próprio telemóvel quer via PC numa questão de segundos. Com uma velocidade incrivel. A mim nunca me enganaram. Nos tempos das velhinhas Psion e da minha Ericsson MC218 (que era afinal uma Psion 5mx), já o Symbian dava bailinhos ao Windoze no que a sistemas móveis se referia. Continua a dar. Essa foi a principal razão pela qual optei por este telemóvel ao invés do (igualmente disponivel nos pontos TMN) Qtec S100. Andar com o Windoze num telemóvel??? Se ele tem os problemas de gestão de memória que tem quando falamos das máquinas grandes quem me convence que os problemas foram ultrapassados nas pequenas? Fiquei com pontos de sobra. Muitos. E que agora não posso trocar por outro telemóvel nos proximos 18 meses mas sinceramente? Não importa. Troco por outras coisas. O que interessa é que a bateria está a durar 2 dias (o que também não é mau nestes novos equipamentos apesar de me fazer uma impressão enorme pois estava habituado a carregar de 15 em 15 dias), e as chamadas chegaram todas. Pelo menos até agora. Mais se dirá em breve.

Anulando mesmo que temporariamente os semaforos da Praça de Espanha e os semaforos do Marquês de Pombal., Lisboa pára. Consegue-se assim impedir que alguém chegue a horas a determinado local. Esta proeza pode ser alcançada através de pirataria informática, engenharia social ou um simples espatifanço (hit and run) contras os respectivos semaforos. Numa equipa de 4 operacionais a coisa faz-se na boa.

Anadava eu encantado com a minha fantásticamente feia SAKURA Pigma Micron 005 e a sua escrita super fina com tinta de arquivo, e eis senão quando, numa das minhas incursões pelo mundo das teenagers japonesas, me deparo com isto: World’s Finest–Writing Ball Point Pen — ‘The tip is so small you can write words on a grain of rice’. Pois é. Menos 0.2 do que a SAKURA é o que nos propõe a Uni-ball com a sua Signo bit.. Qualquer coisa como a espessura de dois cabelos… Vale-me a tinta de arquivo. A ver vamos até quando…