… em casa de outro avô. Estou a referir-me é claro, à Patricia que este fim-de-semana deixou a casa do avô materno e foi para a casa do avô paterno (depois virão as avós). A coisa correu melhor do que eu esperava. Com alguns vicios manhosos que trouxe (mais chucha, mais comida, mais colo, mais comida, mais sono, mais chucha, mais colo…) pensei que esta semana teria que continuar no mesmo ritmo para evitar um choque grande de voltar a adaptar-se a um ambiente que lhe é desconhecido. Supresa. Nem por isso. Após 2 dias em que controlámos o fluxo de comida e as chuchadas, parece (pelo mais recente contacto telefónico) que a coisa vai bem. Pelas últimas informações, estava divertidissima frente à televisão a abanar o rabo ao som das Tanga Girls… Mais uma semana…

Sushidisk USBEu confesso que não sou apreciador de sushi (para quem não sabe é um prato de origem japonesa a base de arroz temperado com vinagre e recheado com peixe, frutos do mar, vegetais ou ovo), mas não resisto a apreciar um bom gadget e como gadget este já está nos pincaros do geek: SushiDisk USB flash Drive. Com capacidades até um giga, é garantia de que as atenções se viram para ele em qualquer reunião. Não podia vir de qualquer outro local que não o Japão. Não desanimem os que não entendem a escrita do pais do Sol Nascente. Na Europa estas pérolas também já são comercializadas em exclusivo pela USB Store no pais de Sua Majestade…

p.s. Se procurarem bem irão descobrir uma série de patinhos usb que lembram bem aqueles das banheiras dos bébés. É um desses que eu quero para a Patricia.

Acabados de chegar do cinema (acabados não é bem o termo que ainda vimos um episódio do 24) e desta feita nas salas Lusomundo Amoreiras. E o que vimos? Os Quatro Fantásticos. E gostámos. Sim gostámos. Qual é o problema? Rimos com o Coisa e o Tocha por exemplo. E eu fiquei a entender as palavras da Jessica Alba quando disse que todos os dias tinha vários homens à sua volta a esfregarem-lhe vaselina por todo o corpo durante três horas, só para vestir o fato de Mulher Invisivel

A namorada do Coisa era a coisa que mais destoava. Não que a jovem estivesse mal mas o facto de ser uma actriz negra deu a entender ter-se tratado de uma escolha politica pois a personagem da escultora cega Alicia Masters é loura…

Enfim, entretenimento de fim de tarde a matar saudades de outras tardes deitado à sombra lendo livros de bd…

p.s. A personagem de Susan Richards também não é bem a cara chapada da Jessica Alba. Tal como a Alicia também Susan é loura na BD. Quais as razões da escolha recair sobre a jovem Jessica não sei mas não me parece ter sido uma má escolha não senhor…

Já se prendem pessoas por roubar sinal de rede sem fios.
Mesmo havendo ainda muito que legislar sobre o assunto, em St. Petersburg na Florida, pelo menos um já foi dentro quando um net user reparou que alguem estava ligado à sua rede e viu junto à porta da sua casa um gentleman de laptop no colo, dentro do carrito a navegar. Cheirou-lhe a esturro e voilá…

Mesmo por cá já se fala muito do assunto. Ainda na passada semana acordei um dia para ver que a minha rua estava na TV, em directo, onde um jovem reporter sentado à mesa do café com um laptop, navegava gratuitamente à conta de alguem que por aqui mora…

A questão que se levanta é: Como é que eu, mero mortal que passo na rua ou estou sentado no café com o meu computador portatil ligado, identifico e sei a diferença de um free wi-fi hot-spot para uma rede caseira de alguem que não configurou a segurança do router?

Pois que fomos jantar na Casa do Alentejo e pois que aconselhamos vivamente a todos e mais alguns. Portugueses como é óbvio porque os camones não precisam de conselho… Garantidamente entre as 20.30 e as 22.00 nós eramos as unicas pessoas para além dos empregados, a falar Português… E atenção: a casa estava cheia e nas salas de espera não havia lugares sentados…

Entre as azeitonas o queijo e o paio, seguidos de uma muito saborosa feijoada de choco e uma mui bem servida dose de migas e rematando tudo isto com uma mousse de chocolate como há muito não provava e um arroz doce cremoso como uma tarde de Agosto em Evora, tudo estava muito bom.

Sobre a casa em si, nada vos posso dizer. Certamente não acreditariam que tal pudesse existir, ali, onde tantos de vós tantas vezes já passaram e nunca deram por nada. Vão lá e deixem-se de fitas.

A Casa do Alentejo já ganhou, pelo menos, mais dois regulares.

CASA DO ALENTEJO
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1150-268 Lisboa

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