Sempre a febre do Design…

… e só por isso, de quando em vez, penso que a forma linkblog não é má de todo não senhor. Estou a ponderar uma conta no del.icio.us ái pois estou.
Bem, aqui fica uma lista (bem gráfica) de clichés do Design gráfico. E muito boa gente devia dar-lhe a devida atenção. Speak Up > Design Clichés.

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Chaoscopia para mim também!

Este post é nitidamente á pála do Bitaites mas descaradamente ok, e como tal é dele o mérito certo?

Ele há dias em que um Homem quer dinheiro. Mais do que nos outros dias. Nem é preciso ser muito mas algum. E depois, para alguns Homens, esse dinheiro representará mais do que para outros. Pelo menos para quem sempre venerou o génio intemporal de Heraclito e a sua adoração/compreensão/aceitação pelo Caos.

OBJURGATION em UNIQUE IVTudo isto para dizer que, se eu hoje tivesse mais dinheiro do que aquele que tenho (mesmo tendo em conta que amanhã é dia de São Receber), era capaz de gastar 360 dolares americanos para comprar um OBJURGATION da colecção UNIQUE IV que podem encontrar em Chaoscopia. Aliando a matemática ao desenho, Etienne Saint-Amant mostra-nos, de certa forma, o que já Heraclito nos falava, que do maior Caos nasce a mais bela harmonia.

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Ah a Internet…

… e a compra de bilhetes online…
Estava eu já a pensar que não conseguiria bilhetes para ver Batman Begins a horas decentes quando mesmo com parca esperança vou ao site da Madragoa Filmes e espanto meu me deparo com este cenário:
Sala 4 (Anfiteatro) do Monumental
Algo de estranho se passa por cá. Só pode. Manhã de estreia de uma das adaptações bd>cinema mais bem cotadas de sempre e não há reservas para uma sessão ao inicio da noite numa das principais salas de cinema de Lisboa? Alô pessoal! É o Batman. Inspirado no do Miller…

Sempre foi dos meus favoritos...

Pelo sim pelo não, eu já comprei os bilhetes (aproveitando o triste facto da Patricia ter ido para casa da avó) e sim, online. Tal como digo no titulo do post, Ah a Internet! E a Madragoa Filmes … Já perdi a conta ao numero de vezes que usei este serviço online. Que fossem todos os serviços online em Portugal como este e o espectro web nacional seria definitivamente mais brilhante. Simples, leve e prático. Isto é o que temos, veja lá o que quer, click e já está. Até logo na sala X.

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Dia de ficar em casa…

Pois foi. A Patricia está com Conjuntivite e como tal não pode ir para o colégio. Na Terça já esteve assim mas ficou em casa da avó e a coisa levou-se mas hoje a avó não podia, a mãe também não e então calhou-me a mim a honra. Pensava eu que ia fazer um ou dois posts á maneira. Nem pó. E blogs só mesmo graças ás feeds que vão saltando e que entre colheres de pápa e fraldas eu ia lendo.

Amanhã fica outra vez com a avó do lado de lá do rio. Assim é. Queriam morar em Lisboa não era? Longe dos pais não era? Agora amanhem-se…

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Wired Magazine

É incrivel o quão viciado se pode ficar numa revista e ainda por cima americana. Não sei se viciado será o termo mais correcto mas o facto de estarmos a dia 20 e ainda não ter conseguido comprar a Wired estava a causar-me uma certa “coceira”…

link para a Wired Junho de 2005Lembro-me das primeiras Wired que li. Eram do meu amigo Cajó (toda a gente tem um amigo Cajó não é?). Há muitos muitos anos atrás (muitos tipo 15 ou mais). Fiquei encantado. Estava a chegar ao mundo dos computadores e ali estava uma revista, graficamente diferente de tudo o resto, o que só por si já era mais que suficiente para eu a querer ter, e sem dúvida de conteúdo para mim apaixonante. Não havia na altura era dinheiro para a comprar sempre que queria mas lá se arranjava qualquer coisita de quando em vez. Tal como muitos a apelidaram “A Biblia da Revolução Digital”.

Descia ontem ao final da tarde a Avenida da Liberdade e passando frente á Livraria Tema dos Restauradores ainda entrei para procurar a edição deste mês mas confesso que ia sem muita esperança. Já tinha corrido a Tema Colombo, a PressLinha a Yellow qualquer coisa e nada. Ninguem tem a Wired de Junho (mas ainda o que mais me admirava era a resposta de alguns jovens empregados em algumas das referidas casas: “A quê?”). E eu que tinha decidido que não perderia mais um único numero. “Pois não. Não temos. Ainda não chegou.” Como? – pergunto eu. Haverá ainda esperança? – Ainda não chegou? Quer dizer que não a esgotaram? – E ao que parecia não estava esgotada na Tema. Tinha-se perdido uma carga e as benditas revistas estão no meio. Não há data prevista. Sai da Tema lembrando-me que já não trabalho em Lisboa, que não posso passar por aqui todos os dias.

Já no Rossio, prestes a ir para o Metro, lembro-me de que junto ao Nicola havia uma papelaria (de vão de escada) onde em tempos comprava algumas revistas estrangeiras… Talvez. Viro, entro e eis senão quando, no escaparate, a olhar para mim estava o Spielberg em vermelho sangue gritando “Leva-me pá! Leva-me que não há mais!.” Era a última. Foi para mim.

Sei que possivelmente ninguém ou muito pouca gente vai ler isto tudo mas sinceramente, pouco me interessa. O que eu queria mesmo era deixar aqui registado o quanto adoro esta revista.

Nota para mim:
Capa da Wired Dezembro 97
Capa da Wired Setembro 2001
Capa da Wired Dezembro 2002

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