New York minus 30 ou visitar Nova Iorque outra vez.
November 7, 2008 – 12:30Pois que mais uma vez se prepara a grande viagem. A partir deste ano, a viagem a Nova Iorque em Dezembro passa oficialmente a ser tradição de família. A Patrícia ainda não vai mas, já não faltará muito para ela descobrir os encantos da cidade que nunca dorme.
Sim, vamos novamente para Nova Iorque. E tendo em conta o quão grande é a cidade e quão diversificada é a oferta de coisas para ver e fazer, é bom que comecemos desde já a preparar o dia-a-dia.
Antes que alguém pergunte, a estadia está já reservada desde Fevereiro. É a única forma de garantir boa relação qualidade / preço em Nova Iorque para o mês de Dezembro. Se não estivermos a falar do Mandarim ou do Ritz-Carlton é claro…
Adiante. Há coisas que já foram vistas ao detalhe e não nos irão tomar tempo desta vez. Há certamente outras coisas que vistas que foram serão revistas agora até pelo seu carácter de grande mudança. Há por fim tudo aquilo que não foi visto mas que o merece ser agora. Aceitam-se sugestões que serão devidamente apreciadas.
Por enquanto vou registando algumas curiosidades que poderão despertar interesse ou simplesmente espelhar a oferta única e por vezes bizarra que Nova Iorque propõe.
Michael Crichton (1942-2008)
November 6, 2008 – 09:59Morreu Michel Crichton. Foi no passado dia 4 de Novembro. Mesmo parecendo egoísta confesso que a primeira coisa que disse quando ouvi a noticia foi: “Não pode ser. E eu que estava à espera do seu próximo livro”. Sim. Pode parecer egoísta ou insensível mas demonstra certamente o quanto eu apreciava os seus escritos.
O meu primeiro contacto com a obra de Michael Crichton foi através de Congo há muitos, muitos anos atrás. Depois fui vendo o que todos víamos, na televisão o ER (Serviço de Urgência) e no cinema o Jurassic Park ou Disclosure. Mostrava-se assim ao grande mundo, aquilo em que Crichton era um verdadeiro mestre: no chamado techno-thriller. Logo por sinal, o meu género favorito.
Na minha viagem a Nova Iorque, há 2 anos atrás, redescobri Crichton na Barnes&Nobles através de State of Fear que me deixou tão entusiasmado que ainda mal o tinha acabado de ler e já tinha comprado Next. Não poderia imaginar que seria o seu último livro. Teria guardado umas páginas para ler mais tarde…
The Economist cover ou A América
November 4, 2008 – 22:26A edição de 1 de Novembro da revista The Economist apresenta uma capa que diz quase tudo. Aliás, a melhor forma de o dizer é, que no que a Barack Obama se refere, a capa desta edição da The Economist põe tudo preto no branco.
Mas sobre Barack Obama, John McCain e as eleições norte-americanas, esta The Economist presenteia-nos com algo que facilmente se iguala ao valor desta tão simbólica e carregada de mensagem capa: O artigo It’s time.
A revista assume a sua posição: A The Economist não tem voto - escrevem eles - mas se tivesse, votava no Sr. Obama. Parecem tomar a posição do Mundo. Obama. Mas esclarecem logo de seguida dizendo que, por várias razões votar Obama é um risco. Sim, é um risco que a América deve correr mas não deixa de ser um risco. Barack é novo, inexperiente e com politicas por esclarecer mas mesmo assim, a The Economist escreve “Só por se tornar Presidente (Obama)… será bem mais difícil aqueles que semeiam o ódio no mundo islâmico acusar o Grande Satã sendo este liderado por um homem preto cujo nome do meio é Hussein…” e isto tem muito peso.
Mas a The Economist, entre muitas outras coisas, lembra neste artigo o Senador McCain, aquele que existia antes do candidato McCain. Aquele que, apesar dos seus 72 anos defendia politicas e ideias por vezes bastante adversas à ideologia e caminho do Partido Republicano. Lembram entre outras as suas campanhas contra os subsídios do etanol que fez pelo problema do aquecimento global mais do que a grande maioria dos Democratas…
A The Economist não cai na vulgaridade de dizer que um é bom e o outro é mau. Tira o chapéu a ambos mesmo espelhando a sua preferência. A grandeza desta revista está patente em cada linha deste artigo. Qual será a capa da semana que vem?









