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	<description>Pedro Rebelo em Conversas tardias com um gato cheio de paciência</description>
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		<title>Agarra-te. Agarro-te!</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 06:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[susana]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um mosquetão é uma peça metálica com um segmento móvel a que vulgarmente se chama gatilho e por onde, normalmente, se passa uma corda. É usado essencialmente para ligar componentes em situações que requerem grande segurança. Como figura de estilo, um mosquetão tem todo o sentido quando se fala de uma relação entre duas pessoas. [...]</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/05/17/agarra-te-agarro-te/">Agarra-te. Agarro-te!</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um mosquetão é uma peça metálica com um segmento móvel a que vulgarmente se chama gatilho e por onde, normalmente, se passa uma corda. É usado essencialmente para ligar componentes em situações que requerem grande segurança.</p>
<p>Como figura de estilo, um mosquetão tem todo o sentido quando se fala de uma relação entre duas pessoas. A solidez do aço e do aluminio pode ser aligeirada, ainda que momentaneamente e mesmo que em diversas alturas, pela pressão no gatilho. Aligeirada, não quebrada. Aligeira, abre, prende, fecha, liga. Está seguro.</p>
<p>Os mosquetões existem em diversas formas e cores. Um coração cor-de-rosa. Grande. Rosa. Forte. Foi assim que a Susana o definiu. Foi assim que o vi e perguntei: O teu?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4822" alt="Mosquetão, coração... Rosa, grande e forte." src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/05/20130517_020441_3937_s.jpg" width="575" height="383" /></p>
<p>A resposta que queria era obvia. A resposta que tive&#8230; Bem, a resposta de quem diz &#8220;Está cá. Basta que saibas como cá chegar&#8221; é uma resposta muito boa para quem se conhece há tanto, para quem se conhece tanto&#8230;</p>
<p>Sim, os mosquetões são críticos para a segurança em muitas actividades. Saber da sua necessidade é prova da preocupação com essa mesma segurança. Concretizar, do desejo que ela exista. Perceber? Perceber só pode ser prova de amor. E nós percebemos.</p>
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		<title>Acreditar&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 06:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[Acreditar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Momentos]]></category>
		<category><![CDATA[susana]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Acreditar, acreditar, acreditar&#8230; Em fadas&#8230;&#8221;. Há uns anos atrás, eu e a Patrícia cantarolávamos estas palavras muitas vezes quando a ia deitar&#8230; Ao contrario do que diz a parvoíce popular, acreditar em Fadas não é uma coisa má. É algo bom e bonito. É acreditar de forma inocente, só porque sim, sem pedir nada em troca&#8230; Os [...]</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/05/14/acreditar/">Acreditar&#8230;</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Acreditar, acreditar, acreditar&#8230; Em fadas&#8230;&#8221;.</p>
<p>Há uns anos atrás, eu e a Patrícia cantarolávamos estas palavras muitas vezes quando a ia deitar&#8230; Ao contrario do que diz a parvoíce popular, acreditar em Fadas não é uma coisa má. É algo bom e bonito. É acreditar de forma inocente, só porque sim, sem pedir nada em troca&#8230;</p>
<p>Os anos passam e eu continuo a acreditar em fadas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4813" alt="Believe. I do." src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/05/20130513_181238_3813_s.jpg" width="575" height="383" /></p>
<p>Hoje foi a Susana que me disse &#8220;acredita&#8221;. E eu acredito. Acredito e agradeço. Obrigado amor, por tudo quanto te devo um obrigado que por alguma razão não o disse. E obrigado também por isto, por satisfazeres este meu desejo, esta minha necessidade, de constantemente precisar saber que há algo pelo qual lutar, algo em que acreditar.</p>
<p>I do.</p>
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		<title>Taking the Hobbits to Isengard &#8211; Millennium all the way</title>
		<link>http://www.browserd.com/2013/05/10/taking-the-hobbits-to-isengard-millennium-all-the-way/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 11:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
		<category><![CDATA[Ganhar tostões]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Millennium]]></category>
		<category><![CDATA[Millennium bcp]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dedicado com muito amor e carinho (porque sou um tipo amoroso e carinhoso) a todos os meus ex-colegas do Millennium bcp que se chateavam comigo cada vez que os &#8220;obrigava&#8221; a ouvir musica pop japonesa ou incontáveis horas de clássicos do jazz de New Orleans. Entendo hoje como tais coisas poderiam ser maçadoras e até incomodativas, atrapalhando [...]</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/05/10/taking-the-hobbits-to-isengard-millennium-all-the-way/">Taking the Hobbits to Isengard &#8211; Millennium all the way</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dedicado com muito amor e carinho (porque sou um tipo amoroso e carinhoso) a todos os meus ex-colegas do Millennium bcp que se chateavam comigo cada vez que os &#8220;obrigava&#8221; a ouvir musica pop japonesa ou incontáveis horas de clássicos do jazz de New Orleans. Entendo hoje como tais coisas poderiam ser maçadoras e até incomodativas, atrapalhando a concentração e logo a produtividade de quem tanto queria paz e sossego para poder trabalhar.</p>
<p>Deixo-vos assim com uma obra que certamente vos encantará e mais ainda, vos lembrará de todos os bons momentos em que eu acedia aos vossos pedidos e parava a musica&#8230;</p>
<p>Ouçam, com atenção. E alto de preferência. Bem alto.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/z9Uz1icjwrM?rel=0" height="323" width="575" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Separados à nascença: Pedro Rebelo e Zack Arias</title>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 18:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[pedro rebelo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Este tema já tinha surgido há uns anos atrás na conversa entre um grupo de amigos&#8230; Numa qualquer navegação pelas interwebs, em torno de um gosto comum, a fotografia, eis que alguém encontra Zack Arias e diz: &#8220;Pedro Rebelo (bem, disse @browserd para ser mais exacto) és tu.&#8221;. Não era obviamente. Umas quantas gargalhadas, mais [...]</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/05/04/separados-a-nascenca/">Separados à nascença: Pedro Rebelo e Zack Arias</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este tema já tinha surgido há uns anos atrás na conversa entre um grupo de amigos&#8230; Numa qualquer navegação pelas interwebs, em torno de um gosto comum, a fotografia, eis que <a title="nesta fotografia" href="http://arisingimages.com/blog/images/2008-04/olw12.jpg">alguém encontra Zack Arias</a> e diz: &#8220;Pedro Rebelo (bem, disse <a title="Pedro Rebelo no Twitter" href="http://twitter.com/browserd">@browserd</a> para ser mais exacto) és tu.&#8221;.</p>
<p>Não era obviamente. Umas quantas gargalhadas, mais comentário menos comentário e a coisa esqueceu-se&#8230;</p>
<p>Ontem, em mais uma dessas deambulações de quem procura saber mais do que sabe, eis que me encontro novamente com <a title="O site oficial do fotografo Zack Arias" href="http://zackarias.com/">Zack Arias</a> e a primeira ideia que me veio à cabeça foi: &#8220;<strong>Se eu deixar crescer a barba <em>Sons of Anarchy style</em> será que me torno melhor fotografo?</strong>&#8220;.</p>
<div id="attachment_4801" class="wp-caption aligncenter" style="width: 585px"><img class="size-full wp-image-4801" alt="Zack Arias " src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/05/zack_bio_pic_72dpi_2.jpg" width="575" height="852" /><p class="wp-caption-text">Original photo on Zack Arias web site. See link above.</p></div>
<p>Certo. É piada. Claro que é piada. Mas as parecenças são claras e é impossível não reparar. E sim, gostava de saber fotografar como o Zack Arias&#8230;</p>
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		<title>Leituras ao fim da tarde: Edgar Allan Poe</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 17:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Allan Poe]]></category>
		<category><![CDATA[Poe]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mais precisamente, &#8220;Histórias Extraordinárias&#8221;&#8230; Contos publicados entre 1833 e 1845, classicos da literatura policial e de terror. Com o seu estilo macabro e espelhando uma negritude pessimista que lhe marcava a alma, Poe dá a conhecer nestes contos, uma vez mais, a sua genialidade.</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/04/29/leituras-ao-fim-da-tarde-edgar-allan-poe/">Leituras ao fim da tarde: Edgar Allan Poe</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/04/wpid-2013-04-29-18.35.43.jpg"><img title="" class="alignnone size-full" alt="image" src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/04/wpid-2013-04-29-18.35.43.jpg" /></a></p>
<p>Mais precisamente, &#8220;Histórias Extraordinárias&#8221;&#8230;</p>
<p>Contos publicados entre 1833 e 1845, classicos da literatura policial e de terror.</p>
<p>Com o seu estilo macabro e espelhando uma negritude pessimista que lhe marcava a alma, Poe dá a conhecer nestes contos, uma vez mais, a sua genialidade.</p>
<p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/04/29/leituras-ao-fim-da-tarde-edgar-allan-poe/">Leituras ao fim da tarde: Edgar Allan Poe</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Escrever para a Web &#8211; O básico</title>
		<link>http://www.browserd.com/2013/04/04/escrever-para-a-web-o-basico/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 12:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apontamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ganhar tostões...]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[escrever para a web]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Voltar a recordar coisas boas que se escreveram sobre o tema Escrever para a Web. Tive o prazer de conhecer os autores (autoras por acaso) de qualquer uma destas obras. Reconheço-lhes a autoridade no tema e respeito o seu trabalho. Agora, o meu trabalho&#8230;</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/04/04/escrever-para-a-web-o-basico/">Escrever para a Web &#8211; O básico</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4791" alt="Algumas obras de referência sobre escrever para a web" src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/04/escrever_para_a_web.jpg" width="575" height="431" /></p>
<p>Voltar a recordar coisas boas que se escreveram sobre o tema <strong>Escrever para a Web</strong>. Tive o prazer de conhecer os autores (autoras por acaso) de qualquer uma destas obras. Reconheço-lhes a autoridade no tema e respeito o seu trabalho.</p>
<p>Agora, o meu trabalho&#8230;</p>
<p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/04/04/escrever-para-a-web-o-basico/">Escrever para a Web &#8211; O básico</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Californication</title>
		<link>http://www.browserd.com/2013/03/19/californication/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 14:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Red Hot Chili Peppers]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Talvez (não sou dogmático) um dos melhores road trip álbuns de sempre. Porquê? Sei lá. Porque sim, que é neste caso uma resposta tão boa quanto outra qualquer. Fica Otherside mas podia ficar qualquer outra faixa de Californication. São todas boas. Um album de goodbye and farewell perfeito para acompanhar qualquer caminhada.</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/03/19/californication/">Californication</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez (não sou dogmático) um dos melhores <em>road trip</em> álbuns de sempre. Porquê? Sei lá. Porque sim, que é neste caso uma resposta tão boa quanto outra qualquer.</p>
<p>Fica <em>Otherside</em> mas podia ficar qualquer outra faixa de <em>Californication</em>. São todas boas. Um album de <em>goodbye and farewell</em> perfeito para acompanhar qualquer caminhada.</p>
<p><iframe width="575" height="431" src="http://www.youtube.com/embed/rn_YodiJO6k?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/03/19/californication/">Californication</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>David Bowie &#8211; The Next Day</title>
		<link>http://www.browserd.com/2013/03/18/bowie/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 04:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[David Bowie]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cada nova review que aparece a The Next Day, já esperamos uma expressão que quase se torna ponto certo, coerência: O melhor regresso de sempre. E acredito que os críticos não se andem a copiar uns aos outros. Fala-se de Bowie e aqui não se copia, reinventa-se. Sendo igualmente termo comum quando se fala ou escreve [...]</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/03/18/bowie/">David Bowie &#8211; The Next Day</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cada nova <em>review</em> que aparece a <em>The Next Day</em>, já esperamos uma expressão que quase se torna ponto certo, coerência: <strong>O melhor regresso de sempre</strong>. E acredito que os críticos não se andem a copiar uns aos outros. Fala-se de Bowie e aqui não se copia, reinventa-se.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4672" alt="David Bowie The Next Day" src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/03/david_bowie_next_day.jpg" width="575" height="575" /></p>
<p>Sendo igualmente termo comum quando se fala ou escreve sobre <em>O Camaleão</em>, a reinvenção é um processo criativo muito diferente do renascimento. Quem renasce recomeça. Mesmo que num caminho diferente. Na minha opinião, neste disco, Bowie não recomeça. Continua.</p>
<p>Tendo em consideração a diferença deste para os discos anteriores, é de notar porém que <strong>as novidades que nos traz Bowie mostram essencialmente a maturidade que mais uma decada lhe trouxe</strong>. No entanto, essas novidades são mais notadas pela longa ausência desde <em>Reality</em> do que por uma eventual inexistência de referências intertextuais a toda a sua obra.</p>
<p><strong>O novo século está bem presente é certo, mas não há como negar a presença de um Bowie antigo</strong>, um Bowie que presta de alguma forma homenagem a uma vida longa, que desde a decada de 60 não se negou a nos encantar com uma nitida vontade de se encantar a si mesma.</p>
<p>É dessa decada de 60, que se podem retirar as sonoridades quase jazzisticas de uma pop a nascer que inspiram <em>I’d Rather Be High</em> por exemplo. E a própria história que esta nos conta, que podendo colocar o soldado em qualquer guerra moderna, não deixa de o colocar também naquela época em que &#8220;preferia estar morto, que fora de mim&#8221; era sentimento apanágio de tantos.</p>
<p>Já de outros anos, loucos de diferente forma, se sentem sons e se escutam letras (ou será ao contrário) em músicas como <em>Dirty Boys</em>. Da guitarra violentissima à busca louca por uma emoção diferente, algo que leve a excitação a píncaros, tanto nos pode ligar, o pode ligar, ao Duke, o branco e magro Duke, à cocaina desmedida que deixaria facilmente a acreditar que &#8220;quando a sorte está lançada e não temos escolha, iremos correr com rapazes sujos&#8221;&#8230;</p>
<p>Do branco ao negro, da luz (mesmo que muito artificial) à escuridão, t<strong>al como anos depois Bowie se entregara a um romantismo digno de Poe, também neste disco ele nos deixa laivos de tais tempos em que bordados e debruados substituíam as vestes de cabaret</strong>. Ouça-se <em>Love is Lost</em> enquanto nos despedimos de uma vida sem dor.</p>
<p>Li um destes dias, sobre a anunciada e efectiva morte de Ziggy Stardust com <em>The Next Day</em>. Disse-me depois uma amiga que Ziggy já há muito que morrera. Desta vez, desculpa, acho que te enganas. Aliás, desculpem todos vós mas Ziggy vive. Também ele reinventado. Vive dessa forma mas quase pleno em <em>You Feel So Lonely You Could Die</em> depois de ser ter suicidado com o seu Rock n&#8217; Roll há muitos, muitos anos&#8230;</p>
<p>Escrevo-vos já sobre o que reconheci mais facilmente&#8230; Sobre o que me é estranho, preciso ainda que se entranhe, que me deixe ouvir, sentir. <strong>De imediato fico com noção de que, uma vez mais, David Bowie cria uma imagética lirica sublime, muito além da interpretação Kantiana, exacerbando até a definição de Dostoevsky. Bowie cria uma imagética bela, triste, tenebrosa por vezes</strong>, tocando todos os campos que fazem do homem um bicho tão complexo.</p>
<p>É um reinventar-se. É nitidamente um saber como ninguém o que em si há de melhor, e mostrar ao mundo uma vez mais, que sem se mostrar tal como é (já há muito se perdeu tal noção se é que alguma vez Bowie a terá dado a conhecer) se consegue mostrar tal como o queremos. E nós queremos aquilo que ele quiser.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Habemus Leite</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 08:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[Cenas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Já é um avanço&#8230;</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/03/14/habemus-leite/">Habemus Leite</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4666" alt="Keep Calm and Twitter On" src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/03/keep_calm_and_twitter_on_pedro_rebelo.jpg" width="575" height="405" /></p>
<p>Já é um avanço&#8230;</p>
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		<title>Blade Runner: Batty, o filho do Homem?</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 04:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[DVD's]]></category>
		<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal e transmissivel]]></category>
		<category><![CDATA[Blade Runner]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[geek]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>E o que aconteceria se vocês vissem o Filho do Homem subir para onde estava antes? João 6:62 Roy Batty, o lider natural dos Replicantes rebeldes, para além da figura de força e resistência sobre-humanas e da sua inteligência ao nivel da genialidade, é também, na minha opinião, a personificação de um imaginário religioso que, [...]</p><p>The post <a href="http://www.browserd.com/2013/03/13/blade-runner-batty-o-filho-do-homem/">Blade Runner: Batty, o filho do Homem?</a> appeared first on <a href="http://www.browserd.com">browserd.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>E o que aconteceria se vocês vissem o Filho do Homem subir para onde estava antes?</p>
<p style="text-align: right">João 6:62</p>
</blockquote>
<p><a title="Continuação do post Blade Runner: Uma abordagem" href="http://www.browserd.com/2013/03/12/blade-runner/">Roy Batty</a>, o lider natural dos Replicantes rebeldes, para além da figura de força e resistência sobre-humanas e da sua inteligência ao nivel da genialidade, é também, na minha opinião, a personificação de um imaginário religioso que, ainda que confuso diacronicamente pelo filme, enquadro em vários momentos da imagética cristã.</p>
<h2>Os Anjos</h2>
<p>Na busca pelo seu criador, Roy Batty encontra Chew, designer genético, fazedor de olhos, e interage com o mesmo parafraseando o poeta americano William Blake:</p>
<blockquote><p>Fiery the Angels fell,<br />
Deep thunder rolled around their shores,<br />
Burning with the fires of Orc.</p></blockquote>
<p>Note-se porém a diferença para o poema original:</p>
<blockquote><p>Fiery the Angels rose, &amp; as they rose deep thunder roll&#8217;d<br />
Around their shores: indignant burning with the fires of Orc<br />
And Bostons Angel cried aloud as they flew thro&#8217; the dark night.</p></blockquote>
<p>É aqui que surge a primeira referência a anjos. Mas os anjos que Roy refere são outros, são os anjos caídos. Anjos tal como ele, de volta à Terra, contrariamente ao plano superior do seu criador, num acto de rebelião.</p>
<h2>Ascensão e falsos Deuses</h2>
<p>Roy continua a sua demanda em busca de respostas, não só para si, mas também para os seus numa referência claramente messiânica, e ascende a Tyrell, criador. Ascender não é usado em vão. O elevador leva Roy à presença de Tyrell, o criador do novo mundo, o que se encontra para lá das nuvens, o que vê o Sol.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4647" alt="Tyrell Corporation Los Angeles" src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/03/tyrell_corporation_blade_runner.jpg" width="575" height="235" /></p>
<p>O edifício da Tyrell Corporation é o único em toda a cidade onde é possível vislumbrar o astro rei. No seu topo. Mas Tyrell não é endeusado só por essa imagem. A cidade parece ser construída para si, parece quase viver para si, em sua volta. Tyrell é assim um Deus. E é esse mesmo Deus que diz a Batty quando este o esclarece da razão da sua presença:</p>
<blockquote><p>The light that burns twice as bright burns half as long. And you have burned so very very brightly, Roy. Look at you. You&#8217;re the prodigal son. You&#8217;re quite a prize!</p></blockquote>
<p>“Tu és o filho pródigo.” O criador apresenta assim, a sua criação, como seu filho. De Querubim de Ezequiel a Cristo. O que se segue poderia justificar a oposição a esta perspectiva. O Filho não mata o Pai. Se tanto, seria o Homem, Sua criação também, que (a considerar Zaratustra tal como o declarou Friedrich Nietzsche em Also sprach Zarathustra: Ein Buch für Alle und Keinen) mataria Deus, e nunca o Seu filho.</p>
<p>O que se passa a seguir pode levar a uma nova interpretação. Batty continua a interpelar o “pai”, dizendo-lhe em tom de confissão, que fez coisas questionáveis (uma vez mais, a revelação da humanidade) ao que Tyrell lhe responde que foram também coisas memoráveis e que a seu tempo, as valorizará. É então que Batty termina a sua interjeição afirmando:</p>
<blockquote><p>Nothing the God of biomechanics wouldn&#8217;t let you in heaven for.</p></blockquote>
<p>Mas que Deus é este de quem ele fala? Não seria Tyrell certamente. Porque Tyrell não o deixou entrar no Paraiso, não lhe deu o descanso procurado, não o tornou Homem. Como refere Mark T. Conard em “<i>The Philosophy of Neo-Noir</i>”:</p>
<blockquote><p>As acções de Batty mostram a sua concordância com a declaração de Satre: “Se Deus não existisse, tudo seria permitido.”</p></blockquote>
<p>E Batty toma a face de Tyrell nas suas mãos, beija-lhe os lábios e esmaga-lhe o crânio tirando-lhe também os olhos. Este não era afinal o seu Deus.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4651" alt="Roy Batty e Tyrell no Blade Runner" src="http://www.browserd.com/wp-content/uploads/2013/03/roy_batty_and_tyrell_blade_runner.jpg" width="575" height="268" /></p>
<p>A cena foi afinal, uma representação dramática de um complexo de Edipo que fica por resolver. O pai não queria perder o controlo, o filho assume a sua independência à força.</p>
<p>Como escreve Lisa Yaszek no <em>The self wired: technology and subjectivity in contemporary narrative</em>, &#8220;literalmente matando o homem que lhe dera origem&#8221;.</p>
<p>Já aqui vos deixo muitas pistas sobre o caminho que este texto leva. A ideia é clara, ainda que não simples. Arrojada, improvável mas ainda assim, capaz de deixar semente em espera que aguas a façam germinar.</p>
<p>A ver vamos se amanhã se esclarece&#8230;</p>
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