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Telsão Electrodomésticos, nem tudo o que brilha…

Podia escrever aqui uma daquelas introduções enormes, cheia de floreados e palavras caras mas para que se esclareça desde já o tema aqui fica: Telsão Electrodomésticos não é loja onde comprar electrodomésticos. Independentemente do preço.

O melhor preço não é tudo. O serviço prestado também conta.

Perante a necessidade de comprar um novo frigorifico começamos por pesquisar na Internet marcas e modelos bem cotados no mercado. Depois de muitas leituras e opiniões de amigos e conhecidos, a escolha estava entre duas marcas que eram reconhecidas pela excelência da qualidade ainda que não fossem as mais baratas do mercado: Bosch e Siemens (ambas construídas pelo mesmo fabricante e, nos modelos em questão, muito semelhantes, mudando apenas o logotipo da marca e a cor de alguns plásticos interiores).

Já que estávamos a fazer pesquisas online, continuámos nesse caminho e resolvemos também pesquisar sobre quais as lojas onde poderíamos obter o melhor preço. Ficámos impressionados com a presença e valores que a loja Telsão Electrodomésticos apresentava. Em tudo quanto era site de comparação de preços, os modelos que procurávamos apareciam com melhor valor nesta loja.

Nós, tal como a generalidade das pessoas, se pudermos gastar menos não iremos gastar mais e como tal pareceu-nos uma boa opção visitar a loja em questão.

Tendo em consideração o site da Telsão Electrodomésticos estranhámos encontrar uma loja tão pequena, basicamente um pequeno escritório onde se amontoam alguns electrodomésticos em caixotes. Moderno – pensámos nós – uma operação tipo Amazon. O Cliente encomenda, eles adquirem e entregam. Sem stock, sem problemas. Pois. Pensávamos nós…

Bosch, Siemens, Balay… É tudo o mesmo…

Fomos alegremente atendidos e explicado o que ali nos levava a senhora por trás do pequeno balcão logo se prontificou a nos arranjar o melhor preço. Mas não se ficou por ai. Sabido que era que procurávamos um frigorifico Bosch ou Siemens, a senhora sugere-nos de imediato a marca Balay. “É tudo o mesmo. O fabricante é o mesmo, o distribuidor e o suporte também… Aliás, são iguais mas a Balay é a terceira gama. Bosch, Siemens, Balay. Leva o mesmo equipamento para casa mas paga muito menos.”. Um argumento de peso principalmente tendo em conta que falávamos de diferenças na ordem das centenas de euros como já tínhamos visto noutras lojas.

Enquanto a senhora da Telsão Electrodomésticos pesquisava online (curiosamente num comparador de preços – e isso devia logo ter-nos alertado), aproveitei também para uma rápida pesquisa no sentido de confirmar a informação. Aparentemente sim e, até pelas imagens dos vários frigoríficos que encontrámos online, facilmente verificar que eram os três muito semelhantes. Uma vez mais, as diferenças eram essencialmente os logotipos das marcas e alguns plásticos interiores. Faça-se o negócio.

O compromisso fica assumido. “A entrega do equipamento é feita no prazo máximo de 5 a 8 dias úteis mas nós telefonamos a meio desta semana – era Sábado – para confirmar a data.”. Que seja.

Nesta altura lembrámos-nos de um dado importante: devido à localização do frigorifico na nossa cozinha, a porta do mesmo terá que abrir da direita para a esquerda ou seja, ao contrário do que normalmente se encontra nos frigoríficos. A senhora da Telsão Electrodomésticos diz-nos que não será razão de problema. Quando forem entregar o equipamento poderão de imediato fazer a modificação da porta mas isso irá implicar um acréscimo de 80 euros (só pela alteração pois a entrega é gratuita). Bem, 80 euros pareceu-nos um pouco exagerado mas, se tem que ser tem que ser. Pagámos o frigorifico na totalidade e saímos aguardando o telefonema.

Telsão não cumpre o prometido

Passou o meio da semana e o fim da semana também. Da Telsão Electrodomésticos não havia novidade. Na semana seguinte ligámos para lá na segunda-feira. As desculpas do costume, que já tinham enviado um e-mail, que não tinham resposta, que nos ligavam ainda nesse dia. Informámos na altura que, se não nos entregassem o frigorifico até quarta-feira, queríamos a devolução do dinheiro. O dia chegou ao fim e ninguém nos ligou.

Na terça-feira voltámos a ligar. E o e-mail, e os atrasos e que coisas e cenas. Voltámos a lembrar que, caso não nos entregassem o frigorifico no dia seguinte, desistiríamos da compra. Garantiu-nos a senhora (a mesma com quem falámos no dia anterior e a mesma que nos atendeu na loja) que ainda durante esse dia nos iria telefonar. Quer tivesse frigorifico quer não tivesse frigorifico, que nos ligava. Adivinhem? Ninguém nos ligou da Telsão.

Quarta-feira lá fomos nós direitinhos à Telsão Electrodomésticos. Ainda mal tínhamos começado a falar e a senhora levanta-se e diz “Já sei qual é a situação.”. Dirige-se para a parte traseira da loja e não nos diz mais nada deixando-nos ali ao balcão. Lindo. Volta passado um bom bocado dizendo: “Terça-feira que vem. Temos o frigorifico para entrega terça-feira que vem.”. A sério? Mais uma semana? Mas afinal, o que se passou? Não fizeram a encomenda? Não havia stock no distribuidor? Isso agora não interessa para nada. Não há frigorifico, queremos desistir da compra.

Ainda antes de avançar com a desistência questionámos a senhora pelo serviço. Se não havia o frigorifico para entrega porque não nos disse antes? E porque raio se comprometeu a telefonar para nós e não o fez? Duas vezes? A resposta não foi o que estávamos à espera: “Tenho muito trabalho. O telefone não pára de tocar, os Clientes estão sempre a entrar, as coisas estão atrasadas, não consigo tratar de tudo, não posso andar a telefonar para Clientes…”. Como é que diz que disse?

Pedimos então a devolução do dinheiro que pagámos pelo frigorifico. E pediu-nos a nós o “papel” que nos tinha dado aquando da compra. Literalmente, o papel. Uma impressão do site onde foi verificar as especificações do frigorifico e onde tinha anotado à mão o valor que nos fazia pelo mesmo. Note-se: Não era um recibo, não era uma guia ou factura. Era a impressão de um qualquer site onde eram apresentadas as tais especificações. Dissemos que não o tínhamos connosco (assim pensávamos). E quando dissemos isto a resposta que nos foi dada foi? “Então não faço a devolução”. Como é que diz que disse?

Livro de Reclamações

Se quer o Livro de Reclamações não devolvo o dinheiro

Por acaso o papel em questão estava bem dobrado no fundo da mochila mas se não estivesse, queria ver como era… Mas para que raio precisa do papel? “Porque sim. E sem papel não faço a devolução”. Claro. Papel em cima do balcão e era mais que tempo de pedir o que há muito devia ter sido pedido: Traga por favor, o Livro de Reclamações. E qual não foi o nosso espanto quando ouvimos: “Se quer o Livro de Reclamações, então não faço a devolução.”. A situação tornava-se surreal.

Vai recusar-se a fazer a devolução do dinheiro? “Se quer o Livro de Reclamações então vou seguir o Decreto Lei…”. Importa-se de explicar – perguntamos nós. “Explicar o quê?” O que quer dizer com isso do Decreto Lei. “Não conhece? Eu também não…”. Hora de acabar o diálogo e escrever.

Foi para dentro e voltou, mostrando-nos em mão um comprovativo de transferência bancária (com data da operação da próxima terça-feira. Devia estar contente por ter levado a dela adiante, só nos daria o dinheiro dai a 5 dias) mas recusou-se a dar-nos copia do documento.”Não tenho fotocopiadora.”. Não é preciso. Eu tiro uma fotografia. Não queríamos perder mais tempo. Só sair dali e ir comprar um frigorifico. Numa loja séria.

E querem saber que mais? Comprámos um frigorifico.

Saímos da Telsão Electrodomésticos em direcção ao Alegro em Alfragide para ir à Box do Jumbo. Chegados, verificámos que o modelo de frigorifico que procurávamos não existia na loja. Bosch só havia em branco mas nós queríamos em Inox. Siemens nem sequer havia nenhum. Perguntámos ao empregado que lá estava se haveria em armazém e, com enorme simpatia, prontamente foi verificar. Não demorou muito para que tivéssemos novo negócio feito. Entre o preço do frigorifico, uma campanha de desconto em vigor e o facto de não nos cobrarem nada pela modificação das portas (note-se: não é o Jumbo que não cobra. Segundo o que nos foi dito é a própria marca do equipamento que não cobra por este serviço), acabámos por adquirir o modelo de 1ª gama, o Bosch, por um preço inferior ao que pagámos pelo equipamento de 3ª gama, o Balay.

Teve um final feliz a história mas não deixa de ter umas quantas lições de moral menos alegres:

  • Na Internet, nem sempre os primeiros a aparecer são os melhores. Mesmo quando assim parece.
  • O preço é importante mas o serviço não lhe deve ficar atrás em grau de importância.
  • Compras na Telsão Electrodomésticos, nunca mais.
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Tártaro de Atum. Nem só de carne vive o homem.

Tártaro de atum. Porque sim. Lembrei-me disso um destes dias e não fui de modas. Manhã cedo, Mercado de Alvalade, um bom naco de atum vermelho, complementos, temperos, e de volta à cozinha.

Confesso que não sou muito dado a medidas exactas… Aliás, falta balança de cozinha cá em casa. Virá um dia certamente mas, enquanto vem e não vem, vai a olho.

Preparar o Tártaro de atum

Cortei cerca de 300 gramas de atum em finas fatias. A essas voltei a dar a faca afiada de forma a cortar estreitas tiras e por ultimo, picar em pequenos pedaços. Tudo para dentro de uma tigela.

Piquei também um pequeno molho de cebolinho, uma chalota, algumas alcaparras e misturei tudo com o atum. Entretanto já tinha acabado de cozer um ovo. Depois de frio, meio deste bem picado foi também para a mistura à qual juntei então um pouco de sal e pimenta preta.

Num toque à lá Tickets, o famoso restaurante de Ferran Adrià e do seu irmão Albert, resolvi incluir no meio do Tártaro uma camada de manga, igualmente picada à faca, dando um apontamento de cor mas, essencialmente, colocando o doce entre o sabor de mar do atum e o envinagrado das alcaparras.

Enformei sobre ardósia, cobri e levei ao frio durante duas horas.

Tártaro de Atum - Pedro Rebelo

Desenformei e complementei com um quarto de ovo cozido e cebolinho ao topo, acompanhado por pequenos tomates chucha com risco de Modena doce e maionese fresca.

O jantar foi tardio mas a espera valeu a pena.

Na calha fica já a ideia de um bife tártaro mas dessa feita, com um belo naco da vazia ou do lombo. A ver vamos quando virá.

 

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Menos mamas e mais diversão – Kate Upton Gravidade Zero

Anda meio mundo na Internet a falar do filme da Sports Illustrated Swimsuit com a Kate Upton num ambiente de gravidade zero… Ora bem, podemos imaginar que não será devido ao interesse cientifico da experiência mas, acreditem, há para ali coisas interessantes para além de mamas…

Experimentem ver este pequeno filme, a edição da Hollywood Times, e apreciem os momentos de verdadeira diversão que aquela filmagem deve ter tido…

UPDATE: o video da Hollywood Times foi retirado pelo Youtube por alegada violação de direitos da Time Inc. Esta é outra versão. A música é diferente, as cenas são as mesmas…

UPDATE 2: E eis que mais um video foi retirado do ar pelo Youtube alegando violação de direitos. E eis que surge nova versão alguns minutos depois…

UPDATE 3: A sério que começo a ficar fartinho disto. O video anterior foi igualmente retirado… Huuummm… Quanto mais tempo demorará a… Pronto. Segue nova versão.

Para os mais preocupados com as questões da estética mamaria, este talvez não seja o melhor filme para isso mas, há por ai outros registos da Kate Upton em gravidade zero onde poderão analisar em maior detalhe o desenvolvimento da jovem comparativamente a outras participações suas em anteriores edições da Sports Illustrated Swimsuit.

Estranhamente não me lembro de ter visto tamanho interesse dos portugueses aquando da edição da Sports Illustrated Swimsuit 2010, gravada em Portugal… É este o Portugal do futuro? Gravidade Zero a bater aos pontos modelos em bikini, cavalos e guardas da GNR?

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Direitos de Autor no Facebook

The Painter of (another) Modern Life by Pedro Rebelo

Existem no mundo, e mesmo no mundo dos artistas, pessoas que vão ao museu do Louvre, que passam rapidamente, e sem sequer lhes conceder um olhar, diante de uma multidão de quadros muito interessantes, embora de ‘segunda ordem’, e se plantam sonhadores diante de um Ticiano ou de um Rafael, um desses que a gravura mais popularizou; saem depois satisfeitas, dizendo algumas delas de si para si: ‘Conheço este museu’. Existem também pessoas que, tendo lido um dia Bossuet e Racine, aceitam estar na posse da História da Literatura.

Baudelaire in O Pintor da Vida Moderna

“Deixem-me em paz… Estou de sabática…” Ouvia-se ontem em alto e bom som, ao final da tarde,  numa sala quase vazia, de uma academia lisboeta… Mas que raios, obrigam-me a escrever… E eu que estava ali tão sossegado.

Sobre o Direito de Autor e as imagens no Facebook

A partir do momento que fazemos upload de uma imagem para o facebook, perdemos os direitos sobre ela…

Errado. Ao colocar uma fotografia no Facebook nós não perdemos os direitos sobre a imagem. Nós só damos alguns direitos ao Facebook, não invalidando de forma alguma os nossos.

O Facebook pode usar a minha fotografia? Pode claro. Eu permiti ao aceitar que “you grant us a non-exclusive, transferable, sub-licensable, royalty-free, worldwide license to use any IP content that you post” (o uso dos termos em inglês deve-se à chamada de atenção do próprio Facebook relativamente a prioridade desta lingua sobre qualquer dúvida que possa surgir proveniente das traduções).

Non-exclusive. Onde está a dúvida? Não é exclusivo.

A atribuição de direitos de imagem ao Facebook não retira os direitos ao autor da mesma.

… a imagem passa a ser propriedade do facebook, logo os direitos que tens sobre a utilização da mesma vão à viola.

Errado. Já ficou esclarecido não vos parece?  Os Termos de Serviço do Facebook são claros. A grande questão que aqui se coloca é: Quem disse “… perdemos os direitos sobre ela…” percebeu os TOS? Ou melhor, chegou a ler os TOS?

Se podem ser usadas pelo facebook, podem ser usadas por todos, porque o facebook somos nós. Estamos a entrar num admirável mundo novo onde muita coisa terá de ser redefinida, a começar pelos direitos de autor. Se ainda existem é na teoria, porque na prática já lá foram há muito tempo.

Deusas, esta merece um apurado trabalho de decomposição…

Onde está escrito que os direitos do Facebook são os direitos de todos nós? Não vou entrar pela retórica retorcida do “o facebook somos nós”. Eu não me lembro de já me terem sido creditados dividendos das acções do Facebook e enquanto tal não acontecer…

Ora vejamos, se o autor destas palavras (as que se encontram entre aspas) for à minha conta do Flickr, fizer o download de uma fotografia e posteriormente, o upload da mesma para o Facebook, quem lhe deu permissão para tal?  Aliás, segundo o próprio Facebook, “You will not post content or take any action on Facebook that infringes or violates someone else’s rights”.

É preciso ser mais claro? Diz o Facebook: “Não publicarás conteúdo ou tomarás qualquer acção que infrinja ou viole os direitos de outra pessoa.”.

E se eu não lhe der permissão para usar a minha fotografia, ele está efectivamente a violar os meus direitos (e numa conversa mais informal esta seria a altura em que eu diria “só se me derem beijinhos no pescoço”). E quando essas coisas acontecem, há problemas… O caso da página do Cool Hunter diz-vos algo? 788.000 Likes era quanto valia aquela página.

Lembro-me do dia em que a dita página publicou no Facebook uma fotografia do meu amigo Pedro Moura Pinheiro… Lembro-me também de não terem feito qualquer referência ao autor. Lembro-me ainda da quantidade absurda de comentários que foram colocados nessa mesma fotografia referindo o autor e o quão injusto era o Cool Hunter não o identificar. E sabem do que é que me lembro mais?

788.000 Likes e o Facebook fechou a página por violação de direitos de autor!

“Se ainda existem é na teoria…” Vão lá ao Cool Hunter perguntar-lhe o que ele pensa da teoria…

This account has been disabled due to repeat copyright infringement under our terms and the account has been removed from the site accordingly.

Sim, foi a resposta oficial do Facebook. Esta conta foi encerrada devido a repetidas infrações aos direitos de autor, blá-blá-blá, blá-blá-blá…

Enquanto pessoas que vivemos no digital (passamos aqui grande parte, a maior parte das nossas vidas) temos o dever, a obrigação, de esclarecer quem não sabe sobre o tema. Enquanto profissionais, devemos ser regidos por um qualquer sentido ético que nos leve a acreditar que, quanto melhor tratarmos os nossos Clientes, melhor será para todos. Enquanto, por exemplo, Gestores de Comunidades, podemos ser evangelistas de um medium onde ainda há muito por explorar mas sem esquecer que há igualmente necessidade de regular.

O que não podemos é escrever barbaridades como “Já não há Direitos de Autor”!

Uma das razões que me levou a Ciências da Comunicação foi o desejo de poder falar com maior propriedade, autoridade, sobre alguns temas e termos que, sempre entendi, serem muitas vezes levados com demasiada leviandade. E garanto-vos, como gosto quando tenho uma oportunidade de dar por bem empregue o tempo que tenho dedicado a ser um estudioso da comunicação.

Antes de Aldous Huxley, um outro senhor, Shakespeare de seu nome, já se tinha referido a um Brave New World e, tal como na obra deste fez Miranda, perante ignóbeis figuras que via, também na obra de Huxley, John, o “Sr. Selvagem”, disse “Oh, admirável mundo novo, que encerra criaturas tais!”.

Agora, é preciso ler Admirável Mundo Novo, ou pelo menos A Tempestade, para reconhecer a ironia de tal frase…

p.s. Tenho o Admirável Mundo Novo em papel, numa edição da Colecção Dois Mundos. Infelizmente não o tenho aqui comigo mas sei que, caso precise, não deve ser difícil de encontrar um qualquer ficheiro com a obra na Internet. E não me envergonho nada se tiver que o ir buscar ok?

p.s.2 O post esteve para se chamar “Os Direitos de Autor, o Facebook e o Francisco” mas depois pensei: Há para ai tanta gente a quem isto pode interessar…

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A Idade da Razão, Transmedia e Cabines Telefónicas…

Lembras A Idade da Razão quando, aos 40, apresentas um trabalho académico intitulado “A Narrativa Transmedia Dentro de Uma Cabine Telefónica”.

This Is Not A Tardis by Pedro Rebelo

Considerações especiais para todos quantos ao ler isto pensaram: “A de Thomas Paine ou a de Jean-Paul Sartre?”

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