“Pai, tenho uma coisa para ti…”. Esta frase é muito bonita não é? Todos os pais babados vão dizer que sim… Então um pai babado de uma filha geek (e desta vez foi a mãe que disse, nem fui eu), é capaz de dizer HIja.

Cylon by Filha de Geek

“Ó pai, é um daqueles Cylon’s. Não vês os olhos vermelhos?”.

Claro que vejo… Só não vejo melhor porque as lágrimas me turvam os olhos…

… e porque entre a propaganda de Goebbles (na radio, na radio, na radio… Não tem nada que ver com o cinema ok?) e aquela que faz a M&M’s desde 1941, a escolha é óbvia (queriam que eu dissesse qual é não queriam? Confessem…), aqui ficam ao bom estilo partidário as imagens que adoçaram as ideias ao povo da Austrália.

The Revolution is now


Continue reading

Uma introdução, porque dá sempre jeito mesmo quando achamos que conhecemos bem o tema, muitos case studies, das tecnologias às finanças, e tendências. Vem em boa hora que o tema anda na boca do mundo mas, para quem como eu pensar que ainda que as ferramentas se vão, o conceito veio para ficar, o livro de Juliette Powell 33 Million People in the Roompode ser intemporal.

33 Million People in the Room

Juliette Powell

Agora é que é. A Guarda Nacional Republicana nunca mais será a mesma. É que não são só os magníficos cavalos. Desta feita, são as modelos, loiras, esculturais, que de bikini, se passeiam pelas mui nobres cavalariças da GNR, distribuindo sorrisos e festinhas, aos militares e aos cavalos…
Continue reading

Não fosse o facto de as bruxas em Portugal serem sempre associadas à imagem de velhas feias e com verrugas no nariz (vinde a mim ó mitologia Celta), seria certamente de pensar numa visita a tais criaturas… Ao fim e ao cabo, como diria o outro, não há nada que não me aconteça…

Ora que foi a história da malfadada dor no braço que não só não passou como tem feito questão de se manifestar de forma mais vincada nestes últimos dias. A mais recente visita ao médico (ontem) aponta para uma operação e fisioterapia… Coisa pouca. A ver vamos o que diz o ortopedista especialista do ombro. Assim que tenha tempo para o visitar.


Entretanto, ainda a semana passada estava no inicio e a Patrícia apanhou uma gastroenterite. Medicamentos para cima e para baixo, diarreias e dores de estômago, febres e dores de cabeça. Para ela e para nós. Estava esta a curar-se e, pimba, aparentemente, um pico de gripe. Febres altas no fim-de-semana, muita tosse e mimos à mistura…

Eis que chega a nova semana. A Segunda-feira corre de feição. Bem, trabalhei até às 10 da noite porque aquilo por lá aperta mas, cheguei a casa e a pequena estava em paz, pronta para ir para cama, só à espera da estória que o pai lhe ia contar…

Terça-feira começa a ser um dia estranho. A meio da tarde chega o telefonema. Para ir buscar a Patrícia ao colégio que, entre muito choro lá perceberam que lhe doí muito um ouvido e já está cheia de febre. Conselho: levar a miúda ao hospital.

Duas horas no hospital do SAMS. Ao inicio, ainda sobre o efeito do Ben-u-ron que lhe deram no colégio, a coisa corria bem. Foi à triagem e pouco depois, vista pela médica, nem se queixava. Mas a médica não gostou muito do que lhe terá visto na garganta e pediu que lhe fizessem uma análise. Na meia-hora de espera pelo resultado, eis que regressa a dor e, tudo quanto era gente naquela pediatria ficou a saber qual o timbre da miúda…

Antibióticos (pela 2ª vez em 5 anos), mais Brufen, Ben-u-ron e umas quantas gotas, volta para casa sem se saber bem o que tem. Uma possível otite que a médica não conseguiu confirmar e uma garganta muito inflamada que diz a referida médica, dará que falar amanhã. Mais uma vez, a ver vamos como amanhece.

No meio de tudo isto, tenho um trabalho do banco para acabar (tem que estar pronto logo pela manhã) e, a grande preocupação da noite, porque nem seria noite se eu fosse dormir descansadinho: Ensaio de 3 páginas para a cadeira de Filosofia da Comunicação, a entregar amanhã.

Caro professor Luiz Carlos Baptista, juro-lhe que não é nada pessoal. Sou até capaz de lhe garantir que tenho uma vontade enorme de prestar mais atenção às suas aulas mas, sobre o ensaio, até à data, nada. Nicles. Népia. Niente. Nadica de nada. O tema já o escolhi: A teoria dos mundos possíveis. Dai para a frente? Bem, espero que esta noite passe algum desfile interessante no Fashion TV de forma a justificar o que por ai se diz de mim (vide bio no Twitter)… Quem diz Foucault, diz Kripke.