Aos senhores da Brand Protect (que ultimamente visitam o browserd.com com tanta dedicação) e outros que tais já aqui anteriormente referidos, deixo um conselho: Sugiram aos vossos Clientes que, antes de mais tratem os problemas com celeridade, honestidade e transparência.

Dessa forma estarão a fazer pelas marcas que representam mais do que qualquer agência de disaster recovery poderá alguma vez fazer. Como?

Problema resolvido, desastre evitado.

3 thoughts on “A novela Barclays a dar que falar

  1. estarei atento ao evoluir de tudo isto… estamos a caminhar para um mundo de impunidade e de uma “selvajaria” estúpida incompetente. Promete-se tudo, mas tudo não passa de nada. O mais seguro é voltar ao tempo, do dinheiro vivo debaixo do “colchão”, dos telefones fixos pretos de discar e de como entre muitas coisas, voltar ao tempo dos nossos antepassados de que os contratos eram feitos em “papel digital invisível”… “a palavra” a honra da palavra e do compromisso. Só mais um “recuerdo”… as batalhas de guerra eram feitas em campo aberto e neutro… quem as fazia, também ía combatê-las, não agora, que se escondem com moços de recados pelo meio…

  2. Exmo. Sr.

    Dado o Barclays dedicar a uma reclamação de meu filho um comportamento exactamente igual ao que lhe dispensa, levou-me a procurar hoje na internet
    “algo” que o ajudasse a sair deste impasse.
    Passo a descrever muito sinteticamente – Querendo amortizar antecipadamente um empréstimo; em Janeiro deste ano informaram-no que o saldo em dívida era de 2.222,86 euros (Inf. da Func. Natacha Diniz). Em 27/01/2011 negociou e entregou 1.400,00 (Func. Filipe Florêncio). Procederam à revisão da prestação baixando-a e em Maio pretendendo liquidar o remanescente voltou a perguntar qual o saldo e pasme-se era de 868,61, quando em Janeiro 2.222,86-1.400,00= 822,86.Claro que continuou a pagar a prestação devida.

    E é partir daqui que o Barclays já com 4 cartas escritas não explica, fazendo-se estúpidos às perguntas que lhe são dirigidas.

    Não vejo melhor rótulo para colocar ao Barclays do que aquele que encontrou “FALTA DE VERGONHA”.

    Quanto ao Banco de Portugal, também o corroboro. 1º o assunto foi comunicado no site do BP, resposta 0. Depois telefonei foi-me dado um email, fiz nova reclamação esperei … esperei até que em Julho passado recebi uma carta informando que iam averiguar. Como não resisti a responder a 2 cartas do Barclays entretanto recebidas, das tais que nada explicam, aproveitei para as enviar ao BP bem como a minha resposta. Feed-back do BP = 0

    Hoje, meu filho recebeu outra carta do Barclays que mais uma vez não responde às perguntas que lhe foram colocadas.

    Cumprimentos

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