Hayden na campanha do leite…Loira, gira (bonita mesmo), 18 anos. À imagem vem de imediato uma miúda vestida de cheerleader. Huumm. Saia curta e pon-pons. Esta imagem vem normalmente associada a criaturas vazias ou se tanto, cheias de pouco interesse que não o facto de serem loiras, giras e com 18 aninhos. No caso de Hayden Panettiere não é bem assim. Ela é “a” cheerleader. Salvem a cheerleader, salvem o mundo. O mundo já conhece esta frase. Mesmo que grande parte dos fãs de Heroes continuem sem perceber o sentido da frase, mesmo que o mote tenha já mudado da primeira para a segunda época, save the cheerleader, save the world é a frase que ficou. Talvez agora fosse uma boa altura para a mudar. Podia ser Help the cheerleader to save the world. Não bastando já o facto de Hayden estar a participar em campanhas de interesse publico (como a do leite na imagem acima), a loirinha também se juntou a um grupo de surfistas (pelo menos iam todos em pranchas) activistas vindos dos Estados Unidos e da Austrália e na cidade de Taiji no Sudoeste do Japão, insurgiram-se contra os pescadores que chacinavam golfinhos. A acção foi filmada em vídeo pela Sky News.

Ameaçados pelos pescadores a acção lá terminou com Hayden a chorar na praia. Hayden disse a Ellen DeGeneres no seu programa televisivo que talvez tenha ganho coragem para esta acção através do seu personagem na série. Ao fim e ao cabo, ela é uma heroína. Hayden disse:

“Agora mais do que nunca o mundo deve juntar-se para causar mudanças. Só porque algumas culturas têm tido tradições de longa data não significa que nos dias de hoje essas mesmas tradições sejam aceitáveis. O mundo e o ambiente estão a mudar e isso significa que nós devemos mudar também as nossas maneiras de ser como seres Humanos.”

Hayden disse ainda que ela e os activistas da Sea Shepherd estão também a tentar educar o povo japonês no sentido de lhe fazer entender que as carne de baleia e de golfinho que eles pescam nos mares japoneses estão completamente intoxicados e que ao ingerir a referida carne eles acabam por se estar a envenenar a eles mesmos…

Hayden na capa da revista FHM - Click para ver em grandeSim, a fotografia de Hayden já fez a capa da FMH inglesa. “Ah e tal, afinal sempre tinha razão…” Não falem sem saber. Procurem a edição e vejam a sessão fotográfica. Depois digam o que acharam.

Também podem comentar as fotografias da jovem capturadas pela lente de Paul Drinkwater, Todd France ou Mark Mann.

Lá está. como refiro ali no titulo, loira, gira, 18 anos. Boa de verdade.

Escreveu-me hoje um amigo: “… desde que deixei de o encontrar (ao browserd.com) no google por “sexo com cavalos lésbicas” que nunca mais olhei para o site com o mm encanto.”

Lê o post até ao fim

Ora bolas. E eu a pensar que os temas sérios (ou mais sérios) e a fuga ao click fácil estaria a aumentar a qualidade cá do sitio e de repente, um observador insuspeito (que até nem gosta de gajas boas nem nada) sai-se com um comentário destes… E ainda por cima traz o tema dos cavalos outra vez para a berra… Pois não sucumbirei à tentação. Quanto ao tema lésbicas, ficará para outra conversa…

Mas e então onde vai para a conversa hoje? Publicidade. Hein? E que tal? É um assunto
sério não vos parece? Pois foi precisamente por isso que o escolhi. Por isso e por estar particularmente bem disposto. Ora muito bem. Digam-me então o que pensariam de um slogan publicitário que fosse: Let us keep on dreaming of a better world? Fantástico não? Diz tudo. O desejo eterno de um mundo melhor e o pedido clássico para que nos deixem sonhar. Sonhar com um mundo melhor… À primeira vista poderiamos pensar que se tratava do slogan de capa da revista Despertai ou da Sentinela, distribuida pelas Testemunhas de Jeóva e sempre, sempre com a capa ilustrada com muita gente, de muitas raças diferentes, brincando alegremente num grande jardim povoado de animais (uns mais selvagens e outros nem por isso). Pois. Mas não é bem disso que se trata. É uma revista sim senhor, tem gente de várias raças, por vezes a brincar alegremente e até com animais… “Deixem-nos continuar a sonhar com um mundo melhor” é o que nos propõe a revista Ché. Directamente da Bélgica para o mundo…

Ché Magazine 1
Ché Magazine 2

Nos links abaixo podem ver as fotografias com maior detalhe.

O crédito é uma coisa danada de boa. Só pode ser. Muito boa. Toda a gente quer crédito. Toda a gente tem crédito. Toda a gente oferece crédito. Só pode ser muito bom. E deve ser muito barato também porque tal como escrevi atrás, mesmo quem não tem dinheiro para mandar cantar um cego, tem crédito ou quer ter crédito.


Há uns dias atrás um familiar falava-me sobre o micro-crédito. Que tinha tentado aceder ao plano e não lhe tinha sido concedido. Que foi à sucursal de micro-crédito, que tratou de tudo tal e qual como lhe tinha sido solicitado e nada. Teve como resposta do seu banco que não lhe iriam emprestar dinheiro. E ao que me parece nem era assim tanto quanto isso. Aliás, era pouco. Daquele pouco que com um telefonema para uma qualquer Crédibom, Cetelem, Crédiplus ou Credi qualquer coisa, quase garantidamente o tem na sua conta bancaria em 24 ou 48 horas. A uma taxa elevadíssima é certo mas isso não interessa para nada a quem precisa de dinheiro rápido. Mas será possivel? Mas não se diz por ai dia sim dia sim, nos jornais e nas televisões, que o pais está sobre-individado? Que toda a gente esta a gastar mais do que ganha? Muito mais?

A verdade é que, sendo eu cliente do maior banco privado português e de um dos maiores bancos mundiais, nem um nem outro se lembrou do meu aniversário. No entanto, enquanto enquanto cliente de uma cadeia de mobiliário e detentor de um cartão de crédito emitido por uma dessas empresas de crédito rápido, recebi no meu telemóvel uma mensagem escrita desejando-me um feliz aniversário… E o que eu gosto dessas coisas.

As vezes um tipo até nem está a precisar de dinheiro mas recebe uma destas mensagens logo seguida de uma “transfira já não sei quantos mil euros para a sua conta. Diga que sim a esta mensagem” e pimba. “Epá, até dava jeitinho. Sempre comprava umas jantes novas e com sorte ainda dava entrada p’rós alerons… Manda lá vir isso.” E já está. Mais um crédito. Se a isso juntar-mos a televisão lcd de alta definição com 102 cm comprada a pagar em 72 vezes mais o sistema de home cinema a pagar em 3 anos, as férias de 2008 que começa a pagar só em 2009 e a mercearia, tudo junto dá origem ao próximo passo evolutivo (sim, que tal como costumo dizer, não devemos ser arrogantes ao ponto de pensar que o Homo Sapiens Sapiens é o expoente máximo da evolução) da humanidade: O Homo Creditus mais vulgarmente chamado de Homo Endividadus. E à grande.

E parece que não há maneira de fugir. Ele entra portas a dentro. Compre agora e pague só em 2008. Mas que raio. Eu quero pagar agora (as pessoas por vezes esquecem que o dinheiro pode ficar mais caro com o tempo). Mas porquê – perguntam eles – se pode pagar só para o ano? Porque 1000 euros agora não é obrigatoriamente igual a 1000 euros daqui a dois meses ou três. Mas será que não entendem? Ah e tal. 10 vezes sem juros. Certo. Mas ninguém se lembra do problema do sem juros? É sem juros não custa nada. Pois que não custa. Mas por ser barato, quase dado, só 100 euros por mês, venha mais um em igual condições. Vantajosas pois claro. Sem juros a pagar em 2 anos. Mais 250 euros por mês. E mais um e outro e ainda outro… E aquele que é mesmo o melhor, o tal computador fantástico, topo de gama, 40 euros por mês e sem entrada. Pois. Quantos meses? Isso agora não interessa nada. É claro que a daqui a 5 anos, quando já só faltarem outros 5 para acabar de pagar o tal topo de gama, o raio da máquina já não vale nada e o melhor será pensar em aderir aquela outra promoção fantástica com o tal computador fantástico, topo de gama, 400 euros por mês e sem entrada.

No site do Rui Moura descobri o link para o teste e pimba, lá fui eu. De vez em quando, por piada, a malta clica nessas cenas e vai lá ver o que dá. Deu isto:

Bem, talvez a Jonas tenha razão e a coisa não seja de fiar. Garanto que não menti no questionário mas mesmo assim… Que diria então o teste sobre um amigo que me enviou este link para um artigo absolutamente imprescindível no quarto de qualquer pessoa de bem…

Mas no fundo, no fundo, Geek mais Geek do que este não há. O amor está no ar em Nova Iorque. E há quem procure (e encontre) a rapariga dos seus sonhos por lá. Mesmo que seja no metro. A visitar em NYGirlOfMyDreams.com.

nygirlofmydreams

O avô materno da Patrícia (que referi uns posts atrás) quer definitivamente converter-se às novas tecnologias e pediu que lhe comprássemos um computador portátil que ele possa levar agora no seu regresso às arábias.


Comprei-lhe um Sony Vaio FZ E21(FZ21E) e senhores, que surpresa tive. Não só estas máquinas merecem o título de” Mac com Windows de origem” de tão bonitas e elegantes que são, como também me impressionou pela máquina em si e o software que a acompanha. Sendo o preço atípico nos computadores da Sony (estamos a falar de pouco mais de 1000 euros), este Sony Vaio FZ21E vem equipado com um processador Intel Core 2 Duo T7250 (a 2.00GHz), 2GB de memória RAM (mas com capacidade de expansão a 4GB) e um disco rígido de 160GB. Numa caixa com um display TFT de 15.4” WXGA (1280×800) este portátil conta ainda com uma placa gráfica nVidia GeForce 8400M GT e um gravador DVD+RW Double Layer. Não sendo a referida placa gráfica a escolha óbvia de um gamer é sem dúvida mais do que suficiente para um Office user mesmo que avançado.

Bem apetrechado a nível de ligações, o Sony Vaio FZ21E disponibiliza 3 portas USB 2.0 e 1 porta Firewire (iLink). Sendo uma máquina da Sony não podia deixar de apresentar também uma entrada TV S-Video e a cereja lá por cima que é a entrada HDMI. Tem wireless 802.11a, b e g, placa de rede 10/100 3 ainda um modem 56Kbps. Para além da expansão de memória até aos 4GB que referi atrás, este Vaio tem ainda leitor de cartões SD e MS integrado assim como uma ranhura para placas ExpressCard. Por último no que toca ao hardware, de referir a existência de uma webcam Motion Eye sxga incorporada no topo do monitor.

No que se refere ao software que acompanha este Sony Vaio FZ21E fiquei agradavelmente surpreendido com a instalação do Windows Vista que a máquina trazia. Ao contrário do que tenho ouvido dizer a quem tem ultimamente comprado computadores em grandes lojas (e até contrariamente ao que estava anunciado relativamente a este computador), quando liguei o Vaio pela primeira vez, ao invés de me apresentar o sistema operativo da Microsoft em Português, começou por me questionar qual seria o meu idioma deixando logo a nota de que a minha escolha não poderia ser posteriormente alterada. Ora a mim pareceu-me muito bem pois caso contrário ficaria agarrado a um sistema operativo em português que não seria de grande ajuda para quem o vai utilizar. Seleccionando nesse primeiro ecrã a língua Inglesa, logo no ecrã seguinte fui questionado sobre as definições locais onde pude então indicar que me encontrava em Portugal assumindo assim o sistema todas as definições correctas (moeda, hora, teclado…). Impressionado.

Para além do sistema operativo, a Microsoft entrega também neste Sony Vaio o Office Trial 2007 ou seja, uma versão para avaliação e possível compra do Microsoft Office 2007 Home and Student Edition. Para quem não é estudante a coisa não é propriamente barata e como tal, só atrapalha mas, para que o utilizador não fique sem um pacote de produtividade a Microsoft disponibiliza o Microsoft Works 8.5 e isso meus caros, é mais do que suficiente para a grande maioria dos utilizadores que só utilizam os Offices porque os arranjam de forma menos licita e sem pagar um tostão. Adiante. Ainda no software, este Sony Vaio traz uma miríade de aplicações pré-instaladas, umas especificas da Sony (como os aplicativos de recovery ou o media center) que mal não fazem e outras de terceiros como seja o WinDVD ou o Adobe Photoshop Elements 5 e sem esquecer o famigerado Norton 360 com uma licença de 60 dias de utilização.

Por outras palavras e para terminar, pela primeira vez fiquei realmente agradado com um equipamento Sony. Esta pequena jóia irá agora atravessar montes e vales em direcção aos árabes desertos e daqui a uns meses logo nos dirá como se tem portado (e resistido) às mãos de alguém que entre ferros e areias resolveu agora navegar em mares digitais. Boa sorte.