O fim de semana passou e com ele a realização do Lisboa International Meeting 2007. Dezenas de pessoas (do Algarve ao Colorado) com a fotografia como interesse comum e o Flickr como ponto de encontro, juntaram-se em Lisboa durantes estes três dias para explorar os cantos à cidade e de Alfama a Belém trocaram impressões, contactos e lentes enquanto capturavam a luz e a sombra que só Lisboa nos dá. Fazendo uso do lugar comum que é uma imagem vale por mil palavras, aconselho uma visita ao grupo criado no Flickr. Como participante só me apraz dizer muito obrigado a todos deixando uma especial atenção à organização na pessoa por trás d’ O meu anel. Agora esperam-se mais encontros do género…


Este fim-de-semana deu ainda para ver o 3º episódio da 3ª série de Prison Break. O que dizer sobre a nova temporada de uma das melhores senão a melhor série do ano? Espero que a coisa melhore. Sinceramente os dois primeiros episódios desta terceira temporada estão, na minha humilde opinião, abaixo do que a série Prison Break nos habituou. Mais do mesmo, sem que seja muito, e um inverter de papéis que não deixa espaço há imaginação. Já o 3º episódio começa por nos dar a ideia de que a história de Michael Scofield e Lincoln Burrows ainda tem muito para nos dar mas termina com um clifhanger banal. O que vem no episódio seguinte (sim, já sei o que é) não é mais do que uma solução de desenrasque e pelo que li, é mais nítido do que o desejável. Ou seja, ou se bem que arranjam argumento com pés e cabeça para terminar a série em beleza e deixar no ar um espectáculo televisivo para a História ou se bem que mais vale arrumar as malas e dizer de vez que a coisa não dá. Só espero que não estejamos perante um novo Invasion (com a diferença que este foi cancelado quando estava no pico da sua subida regular de qualidade).

Outra série que esteve em destaque lá por casa este fim-de-semana foi Heroes. A segunda série de Heroes começou há pouco a ser transmitida nos Estados Unidos e não deve demorar muito a chegar a Portugal. Ainda bem. Era triste que se perdesse este universo fantástico em que o ser Humano já alcançou notáveis avanços no processo evolutivo (sim, ou seremos nós arrogantes ao ponto de pensar que o Homo Sapiens Sapiens é o ponto máximo da evolução?). Cada vez mais próximo do universo típico da banda desenhada, esta 2ª série de Heroes transporta-nos ao Japão feudal e deste pulamos para a Irlanda dos nossos dias misturando com mestria o passado e o presente. Apresenta-nos novos personagens e situações tentando manter a coerência com a série anterior mas por vezes deixando claro que não é tarefa facil. All in all, ainda bem que está de volta.

Agora só falta mesmo recomeçar a Galactica. Já agora e por falar em Galactica, já andam por ai disponíveis alguns dos webisodes que preparam a chegada de de Razor em Novembro próximo.

… porque lembrar é bom, principalmente quando são boas as coisas de que nos lembramos. Tipo, é bom lembrar de quando em vez que há quem queira ser “common people”.

Artist: Pulp
Album: Different Class

She came from Greece she had a thirst for knowledge,
she studied sculpture at Saint Martin’s College,
that’s where I,
caught her eye.
She told me that her Dad was loaded,
I said “In that case I’ll have a rum and coca-cola.”
She said “Fine.”
and in thirty seconds time she said,

“I want to live like common people,
I want to do whatever common people do,
I want to sleep with common people,
I want to sleep with common people,
like you.”
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Eu não vi o filme Transformers. Ainda. Não que não quisesse ver. Queria. Mas não tive oportunidade.


Nunca fui grande fan dos Transformers . Fui fan moderado. Via porque os Transformers eram os bonecos da altura mas preferia outros… Enfim… No entanto há quem goste bastante. Muito mesmo. Quase de forma doentia. Jeff Bryan é um americano de 34 anos com queda para a Física e a Astronomia. E também para os Transformers. Jeff criou uma página no seu site pessoal com fotografias da sua colecção infindável dos famosos bonecos.

“Mas afinal, isso interessa para quê? Quem é que quer saber dos Transformers?” Aparentemente muita gente. Basta dar uma olhada no site Transformers News and Reviews ou no The Transformers Archive para perceber que há por ai muito boa gente a pensar nos ditos robots. Mesmo assim, com tanta gente boa a preocupar-se e a estudar o fenómeno Transformers há ainda muita coisa que me faz uma certa confusão: A utilidade de alguns destes bichos. Fica a ideia:

Transformer SoundwaveSoundwave é um daqueles Transfomers que à primeira vista só pode fazer parte do nucleo duro da coisa. Duro mas duro. Ainda por cima poderoso. Soundwave pode ler mentes e além disso pode interceptar e bloquear transmissões de radio o que, num mundo de robots pode dar imenso jeito. Mas, quando não está ali sentadinho a ouvir as conversas dos Decepticons (por favor, poupem-me) o que é que ele faz? Nada mais nada menos do que ler cassetes. Soundwave Cassete PlayerPois. Audio cassetes. Para aqueles que não sabem o que é aconselha-se uma visualização atenta dos episódios animados dos Transformers na decada de 80 e também a pesquisa na net por fotografias e músicas dos Modern Talking.

A sério, a Internet é definitivamente um novo mundo a explorar…