E eis senão quando o Jack (que já está back) se mostra como ele é, um amigo do peito para todos quantos queiram investir 20 dólares (e mais portes de envio) numa t-shirt como esta. Why did the chiken crossed the road? Because Jack Bauer told her to.
Month: Abril 2007
Lembram-se de The Net (A Rede)? Com a Sandra Bullock? Ora colocando de parte o facto de eu até achar a senhora bastante engraçada e essas coisas, The Net foi um filme que à altura deu um entretenimento razoável ainda que discutivel. Era uma hora e meia de cinema de acção com as novas tecnologias (que desabrochavam para o comum dos mortais) à mistura e coiso e tal… 10 anos se passaram e quando ainda muito boa gente se lembrava de Angela Bennett eis que aparece Hope Cassidy (Nikki Deloach). Fujam. Fujam dela como o demónio da cruz. The Net 2.0 é de um sofrimento incrível. Há muito que não via nada assim. É certo que tento não ver coisas que já sei de antemão não me agradarem mas nem seria coisa minha se não visse The Net 2.0. Pois fui ver e… Já entendo porque nem foi aos cinemas. Porque não podia ir. Porque era o descalabro total.
A acção passa-se em Istambul e mais de metade do filme estamos em still images ou pouco mais rápidas sobrevoando a cidade e a observar os fantásticos skylines que se conseguem com uma pitada de pôr do sol, alguns filtros de imagem e uma cidade com uma arquitectura tipicamente muçulmana… Já podem imaginar.
A dita Hope é um género indefinido de especialista informática que não se mete mas é metida numa alhada envolvendo traficantes de armas russos e um namorado que tem um pacto com uma policia turca que não é de confiar… Ah pois, tu porque não tens vida, não tens amigos, não tens família… Faz lembrar algo? É efectivamente a única semelhança com o filme original. Nada daquilo que acontece é de fácil entendimento a não ser os desfechos das poucas situações existentes. Esses eram todos por demais previsíveis. E nada é explicado à excepção da forma como a agente da Interpol (hospedeira das linhas aéreas da Turquia nos tempos livres) sabe sempre da localização da nossa heroína. Por acaso, é só mais uma daquelas coisas que todos nós já sabíamos menos a própria pois o seu QI só lhe permite ganhar 475 dólares hora não sendo suficiente para desvendar tais mistérios…
O Prison Break está de férias outra vez.
A segunda temporada acabou (pelo menos lá nos States e cá por casa) com o magnifico SONA (o nome do episódio ou os meninos não sabiam que os episódios têm nomes?) e mais uma vez nos deixou de agua na boca para o que está para vir. Não foi um clifhanger como o final da primeira season mas também era pedir demais… A coisa está a ficar enigmática à lá Lost… Já se avizinham estranhas experiências cientificas e coisas do género… Esperemos que não a estraguem na próxima época.
A Galactica está de férias. Ao fim de três temporadas com altos e baixos (graças a Deus ou aos Deuses, com mais altos que baixos), aquela que foi considerada pela TIME e pela Rolling Stone como a melhor série de 2005 entrou de férias novamente com regresso já agendado para Janeiro de 2008 (sim, 2008). Sofram agora toaster lovers. Ainda não vi Crossroads II (o 20º episódio da 3ª temporada) precisamente na tentativa de amenizar a distancia. Já sei que não vou resistir e vejo-o mais dia menos dia…
Eis que decidi experimentar algo novo. Apesar de The Sopranos estar lá na estante à espera de visualização atenta, cedi à tentação de New York e sugeri à Susana para o fim de noite o episódio piloto de The Black Donnelly’s. Esta série fala-nos de quatro irmãos de origem irlandesa (para não serem sempre italianos estão a ver?) que vivem no carismático bairro nova-iorquino de Hell’s Kitchen e que, de tanto quererem fazer o bem (ou pelo menos não se portarem muito mal) acabam a controlar todo um território mafioso tendo que se defender das restantes “famílias” que desejam tomar posse da área…
A coisa gira principalmente à volta de Tommy Donnelly. Não é o irmão mais velho mas é quase e é aquele que segura as pontas da casa. Pudera. Pesa-lhe a consciência mas sobre isso não vos digo nada. Temos também o Jimmy, patifezito e a dar pró agarrado que é o mano mais velho e aparentemente o mais propenso à confusão e depois o Kevin e o Sean que vão onde quer que o Jimmy vá desde que este deixe. A história destes tipos está a ser contada por um pintas chamado Gelado que a meias verdades vai dizendo à policia tudo sobre os Donnelly’s. Porquê? Talvez se saiba num dos próximos episódios que vamos ver.
Há dias assim, em que se acorda agradecendo a Deus o bom senso que nos leva a medir as palavras que dizemos e escrevemos mesmo que seja aqui, num espaço só meu em que teoricamente eu deveria expressar-me como bem entendesse… Pois é precisamente por haver dias assim que as palavras que tinha preparado para expressar a minha opinião sobre o discurso do Exmo. Sr. Procurador Geral da Republica foram relegadas para outros fóruns e aqui deixo somente as do próprio que me parecem por si só mais do que suficientes para dar uma ideia de quais seriam as minhas…
… é claro que os termos informáticos, etecetera, hoje está imensa… agora há dias um antigo aluno ofereceu-me um cibercrime, há uma série de livros agora sobre isso, que eu sou um bocado leigo nessa matéria, tenho sempre medo de me meter naquilo que não sei. Mas, de qualquer forma, há uma coisa que… os blogs é uma vergonha… se quer a minha opinião, numa palavra só é uma vergonha, quer dizer… eu tenho uma assessora que é assessora de imprensa a quem eu… sou um leitor… já o era, antes de ser Procurador, compulsivo das notícias, mas os blogs peço a ela o favor de não mos trazer, porque não me interessa, quer dizer, as cartas anónimas ainda sou obrigado por… pelo exercício da função ou mandar fazer um inquérito determinado; os blogs, só se houver alguém que se queixe. Isso é… é… um exercício de… o direito à indignação e à critica, ao protesto, tudo bem. Mas tem que ter um mínimo de dignidade que hoje não… eu… eu pedi que não me trouxessem blogs porque não… não estou para me maçar; a não ser que alguém se queixe disso. Não sei se era isto que a sôtôra queria, se me perguntou mais alguma coisa que me tenha passado sobre… creio que era fundamentalmente isso.
A transcrição foi copiada do Apdeites.
Isto tudo sem nutrir qualquer tipo de consideração sobre o Exmo. Sr. Procurador que até à data me era quase totalmente desconhecido mas tendo em conta que o domínio no qual escrevo estas palavras é vulgarmente tido como um blog, senti-me pessoalmente ofendido. Acho que não fui o único.
Uma de bacalhau assado com batatas a murro (especialidade da casa) e outra de posta barrosã (outra especialidade???).
Já tinham vindo antes os mini-pasteis de bacalhau e os mini-rolos de salsicha, o salpicão e as azeitonas. O pão e a broa… Tal qual cowboys em final de filme clássico também nós nos encontrámos a caminho do Oeste na Sexta-feira de Pascoa com o Sol que se punha mesmo à nossa frente. O céu ainda estava meio alaranjado quando chegámos ao Pão Saloio numa terrinha de nome Toledo (sem espadas) um pouco antes de chegar à Lourinhã. Rua acima, rua abaixo não hà sitio para estacionar. Faltava a placa (ou pelo menos não a vimos) a indicar o estacionamento privado. Espaço para 300 carros diz o guarda que nos indica a porta e o lugar. Difícil tarefa pois o outro carro que lá estava estacionado era muito, muito grande. Sobe escada, passa a rua, sobe escada outra vez e já lá estamos. O espaço é grande e quem passa por fora não o diria. Um pequeno bar entretém quem espera por mesa a ser caso disso. Mesa para três, é já aqui ao lado e pronto. Pouco tempo passado e já se comia o afamado bacalhau. Bem regado com azeite macio e batatas bem assadas, branco como se quer e de muita febra. Já a posta barrosã, macia e mui bem servida, ficaria a ganhar com uma apresentação mais cuidada e substituindo a batata palitada por rodelas a crispar… Mas mais uma vez, da carne só se aconselha retorno para comer mais.
O repasto ficou manchado pela sobremesa que, apesar da boa vontade do senhor que nos servia para nos trazer algo diferente (seria Ambrósio?), já nos tinha decepcionado e resolvemos pedir o café. Tratava-se do Cheesecake que nem em aparência nem em gosto se identificava o tal bolo de queijo que se conhece como tal. Lá ficou.
Não é um sitio barato mas sem dúvida que se come bem. Já havia largos anos que por lá não parávamos mas fica de boa memória. Só não se percebe que numa casa com heliporto privativo não se aceite Visa. “Multibanco. E à saída.”.
Restaurante O Pão Saloio
Rua da Guerra Peninsular nº 27
Toledo
2530-782 VimeiroTelefone 261 984 355
Fax 261 984 732
Mas o fim-de-semana ainda mal tinha começado e mais surpresas gastronómicas se reservavam para os dias a vir. A Susana resolveu reavivar uma receita da avó: Os bolinhos secos do Moledo… Pois… Que não ficaram assim tão secos mas sim fofos e mesmo à medida do dente. Bem, talvez só se tenha enganando um pouquito nas medidas pois fez um panelão de bolos que não acaba mais. Pela minha parte, agradeço e ao que me parece, os colegas da Susana também e os amiguinhos da Patrícia no colégio vão ter uma surpresa ao lanche… Dá para ter uma ideia?
Já por terras de Lisboa e numa onda mais cosmopolita, eis que o fim do Domingo Pascal é presenteado com um magnifico gelado de Filipinos… Yeap. Filipinos. Sei que leva natas, leite condensado e… Filipinos. De ir ás nuvens.